segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

COMANDO DE OPERAÇÕES TÁTICAS - COT...

COMANDO DE OPERAÇÕES TÁTICAS - COT


A agente infiltrada da PF saiu do galpão da fazenda e ascendeu um cigarro, passando logo depois a mão esquerda no cabelo. Este era o sinal para a equipe avançada - EA, formada por uma dupla de snipers, de que de fato havia dentro do galpão um laboratório de processamento de cocaína. Imediatamente a EA avisou os caçadores da Coordenação de Aviação Operacional - CAOP da PF para iniciar o ataque.

Como um relâmpago o Bell 412 Caçador III surgiu do horizonte e se projetou sobre o galpão. De ambos os lados do helicóptero estavam três homens do COT, encapuzados e armados com fuzis M-16. No apoio surgiu do outro lado um Bell 407 na função de gunship - uma plataforma de tiro que fornece apoio aéreo armado quando das operações de desembarque/embarque dos Bell 412.

Um traficante armado com um AR-15, que estava do lado de fora do galpão fazendo segurança, ao ver o Caçador III esboçou uma reação mais foi imediatamente abatido pela equipe de snipers. Os homens do COP desembarcaram e entraram no galpão rapidamente, conseguindo render os outros traficantes, que diante da ação fulminante dos federais não conseguiram reagir. Como apoio entrou na fazenda três pick-up 4x4 como mais homens do COT. A operação foi um grande sucesso e o COT, com o apoio do CAOP, mostrou mais uma vez mostrou o profissionalismo, o idealismo e a competência dos policiais federais ali lotados, na luta contra o crime.

O Comando de Operações Táticas - COT, foi criado em 1987, pelo Ministério da Justiça através do Departamento de Policia Federal - DPF, com a missão de responder a ataques terroristas dentro do território nacional. Para tanto, seus integrantes receberam treinamento técnico-tático em unidades especiais das Forças Armadas no Brasil e no exterior - em unidades especiais nos EUA, França e Alemanha (em especial pelo GSG-9). Hoje em dia essa força de elite para ações armadas desempenha uma grande gama de operações.

A Organização do COT:

Coordenação do Comando de Operações Táticas

Serviço de Estratégias Táticas - SET

Serviço de Operações Táticas- SOT

Ao longo de sua atuação, o COT participou de vários resgates de reféns durante seqüestro de aeronaves e de muitas outras missões de risco, como apreensão de drogas no país, toneladas por sinal, ações de desapropriação, conflitos rurais, segurança VIP, bem como também o desmantelamento de organizações criminosas. Operação Ribeirinha do Xingú

Entre as grandes operações de que o COT esteve ou está envolvido podemos citar a Operação Anaconda, contra o crime organizado e da Operação COBRA (COlômbia-BRAsil) que tem como objetivos desarticular o narcotráfico na fronteira de 1.644km do Brasil com a Colômbia, através da identificação de bases de produção de cocaína sob o domínio das Farc. A COBRA também abrange um quadrilátero limitado a Noroeste pelo rio Içana, a Nordeste pelo Pico da Neblina, a Sudeste por Tefé – de onde os federais fazem incursões periódicas no rio Solimões como estratégia complementar a COBRA - e a Sudoeste por Tabatinga. Para isso o COT participa de muitas ações conjuntas com as Forças Armadas brasileiras. Por sinal o COT participa de outras operações com os militares em outras áreas do território, nacional, principalmente com a FAB e o Exército. Na Operação COBRA o DPF contou com apoio logístico dos batalhões e pelotões de fronteira do Exército, e montou bases flutuantes onde são vistoriadas todas as embarcações que navegam entre os dois países. O COT também participa no programa de atuação conjunta com os militares nas Operações PEBRA (PEru e BRAsil) e VEBRA (VEnezuela e BRAsil).

No conjunto de ações do COT ainda podemos citar a resolução do seqüestro: de um boeing 737 da VASP (Goiânia/88); de um Bandeirante do governo potiguar (Belém/88); de um bimotor (Itaituba-PA/90).Segurança do comboio de transporte de drogas do MS - SP

Na área de proteção o COT foi usado na seguranças de vários eventos e conferências internacionais como por exemplo a Eco-92, a III Conferência Íbero-americana (Salvador/93) e a XXIV Assembléia Geral da OEA (Belém/94).

Vale ressaltar que qualquer uma das missões empreendidas pelo COT dentro da tarefa de luta contra o narcotráfico e o crime organizado (prisão de suspeitos, transportes de presos, erradicação de plantios de maconha, localização e eliminação de laboratórios de processamento de cocaína, localização e destruição de pistas de pouso clandestinos empregadas por narcotraficantes, etc.) é precedida por consideráveis trabalhos de coleta de informações. Com base nas informações colhidas é que o COT monta a sua missão. E é importante observar que cada uma dessas missões tem suas particularidades e raramente uma nova missão guarda semelhanças com missões realizadas anteriormente - salvo a natureza do adversário e o objetivo da missão.

A sede do COT fica em Brasília, numa área de 40 mil metros quadrados, localizada no Setor Policial Sul, de onde envia envia agentes para missões em todo o Brasil. A área dispõe ainda de pista de maneabilidades, uma torre para exercícios diversos e um galpão especial para treinamentos de tomada de instalações, recuperação de reféns, como para simulação d a prisão de narcotraficantes.

Para desempenhar de forma excelente a suas missões o COT treina exaustivamente o seus membros. A condição física é levada a série e as sessões de tiro de reação e precisão, com vários tipos de armas, são praticadas diariamente, dia e noite.

Como uma força preparada para combater o terrorismo o COT treina duramente ações de resgate de reféns e retomada deaeronaves, ônibus, trens e instalações diversas. Os seus membros estão aptos a desenvolver táticas de CQB. Podendo operar tanto de dia quanto a noite, inclusive com equipamentos de visão noturna. A sua equipe de atiradores de elite (snipers), dispõe de equipamentos sofisticados que permitem elevada precisão: um alvo pode ser atingido e imobilizado, em 100% dos casos, em distância de até 200 metros.

Os membros do COT passam por cursos de sobrevivência na selva, montanhismo, análise e operação de informações, mergulho, pára-quedismo, segurança de dignitários (VIP), negociação em delitos com reféns, táticas de resgate de reféns e muitos outros. Muitos dos cursos são realizados no exterior.Conflito de colonos em Foz do Iguaçu - PR

O COT também conta com o apoio especial das aeronaves da Coordenação de Aviação Operacional - CAOP daPolícia Federal, notadamente os helicópteros Bell 412 e Bell 407. As duas forças convivem quase que diariamente devido aos constantes deslocamentos do COT.

Os membros do COT usam os mais diversos trajes em suas operações. Podem ser completamente camuflados, em vários padrões (brasileiro, americano, francês, etc.), para os mais variados ambientes como selva e urbano. Podem também usar as camisas pretas com o distintivo do DPF com calças camufladas ou simplesmente estarem usando roupas civis. Os membros do COT em suas operações podem usar bonés com a sigla COT, gorros negros, chapéus camuflados ou ainda capacetes.

O COT usa um grande variedade de armas leves como fuzis automáticos, rifles de snipers, submetralhadoras e pistolas. Entre os fuzis automáticos os membros do COT podem usar o M16 e a sua versão mais curta o M4. Entre as submetralhadoras podemos encontrar a sempre presente H&K MP5, em suas várias versões.

O COT é uma referência na América do Sul e esta sempre pronto a operar nas áreas urbana e rural, desde pequenos povoados a grandes centros urbanos, nas grandes florestas brasileiras, ao longo da nossa costa marítima e nas grandes faixas de fronteiras, e em qualquer ambiente seja no sertão, nas montanhas, no pantanal, nas favelas ou nos portos. Por sua larga experiência e profissionalismo o COT tem hoje as atribuições de planejar, coordenar, dirigir, controlar, avaliar e executar - em nível nacional - as operações em casos de seqüestro, além de outras ações de natureza especial de competência do DPF.

Também é atribuição do COT presta apoio aos órgãos centrais e descentralizados no desempenho de missões de alto risco, cujas características exijam policiais com treinamento específico em armas e táticas especiais. De importância inquestionável nas ações que envolvam segurança de dignitários, negociação em crimes com refém e seqüestro de aeronaves, entre outros.

Galeria - COT

Algumas missões

Operação antidroga nos morros do Rio.

Expulsão MST da fazendo do então presidente da República Fernando Henrique.

Expulsão do General paraguaio Oviedo.

Transporte de Fernandinho Beira-Mar.

Treinamentos diversos

Treinamento de intervenção na ANP

Treinamento de salto de pára-quedas

Treinamento em área de selva

Área de treinamento do COT

Equipes do COT

Grupo de Intervenção

Equipe de resgate do COT

Treinamento de tomada de trem na Alemanha (GSG9)

A afiada Guilhotina da Polícia Federal...

A Polícia da Cidade Maravilhosa que tinha caído nos braços do povo brasileiro, reconquistando o apoio popular amplo, geral e irrestrito...

Especial - 14/02/2011 11:00


Por Archimedes Marques - Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS

A somação dos atos criminosos praticados pelo travestido de polícia, pelo falso policial, pelo policial bandido, pelo traidor da polícia, por aquele cidadão que não honra a sua farda, que não tem orgulho do seu distintivo, além de abrir chagas no seio de toda a instituição policial é, sem sombras de dúvidas, o mais sério e grave problema existente no âmbito da segurança pública, vez que o policial é acima de tudo o guardião das leis penais e real protetor da ordem pública.

A Polícia da Cidade Maravilhosa que tinha caído nos braços do povo brasileiro, reconquistando o apoio popular amplo, geral e irrestrito, quando da ocupação do complexo do Alemão e de tantos outros morros e localidades subseqüentes então dominadas pelos bandidos, desestabilizando em muito o tráfico de drogas não só dessa cidade, como também no próprio país em decorrência do enfraquecimento das facções criminosas, de repente caiu no descrédito, entrou na mesma vala dos criminosos diversos, a partir da Operação Guilhotina desencadeada pela Polícia Federal aliada à Corregedoria da Secretaria da Segurança Publica do Rio de Janeiro. A troca de informações entre os serviços de inteligência dessas instituições fez o fiel da balança para o sucesso das investigações.

As duas forças policiais do Estado do Rio de Janeiro que são compostas na sua grande maioria de verdadeiros heróis abnegados e que a duras penas trabalham honrando o seu mister, apesar dos salários irrisórios que percebem, agora também passam a pagar pelos atos insanos e criminosos praticados pelos seus componentes corruptos e criminosos.

Realmente sérios e incalculáveis danos foram causados à boa imagem dos policiais dignos e heróis, bravos guerreiros do Rio de Janeiro. Não só as suas corporações e instituições foram gravemente atingidas, mas também a polícia brasileira como um todo, pois de tudo o nosso conceito popular voltou a fedentina, voltamos na concepção de boa parte da população brasileira a fazer parte do excremento, do lixo da sociedade em igual posição aos marginais da vida que tanto combatemos.

É deprimente ver um Delegado da Polícia Civil, uma Autoridade policial até então conceituada, sair da posição de destaque que usufruía perante a opinião pública, além de sempre endeusado por grande parte da imprensa, para a condição de preso, e o pior, com a existência de situações muito sérias que o envolve.

Deprimente de igual modo é ver dezenas de policiais civis e militares, serem presos por envolvimento com a corrupção e com o crime generalizado.

A Operação Guilhotina foi iniciada a partir de um inquérito policial presidido pela Delegacia de Armas da Polícia Federal, instaurado com o objetivo de descobrir supostas relações promíscuas entre policiais civis e militares com traficantes, envolvendo vendas de armas e drogas, além das constantes extorsões e corrupções praticadas por tais agentes da força pública. Com o desenrolar da apuração, novos fatos foram aparecendo e grupos distintos passaram a ser investigados por diferentes práticas criminosas.

Ao que parece a investigação está recheada de provas técnicas que não deixa dúvidas da participação dos suspeitos, especialmente por conta de conversas telefônicas gravadas por ordem judicial, razão pela qual a Polícia Federal representou e foram concedidos pela Justiça Criminal do Rio de Janeiro, 45 mandados de prisão preventiva, sendo 11 contra policiais civis e 21 contra policiais militares, além de 48 mandados de busca e apreensão em residências ou locais diversos.

Consta que o Complexo do Alemão, após muitos traficantes serem expulsos da localidade no fim do ano passado pelas forças de segurança, virou a menina dos olhos dos travestidos de Polícia. Segundo a investigação, o chamado "espólio de guerra", ou seja, armas, munição, drogas, dinheiro e objetos apreendidos dos criminosos que dominavam o conjunto de favelas virou alvo de cobiça. Boa parte do material apreendido passou a ser revendido pelos corruptos policiais a diversos traficantes de outras comunidades.

As investigações indicam que alguns policiais trataram a ocupação do Complexo do Alemão como uma espécie de Serra Pelada, em alusão a região localizada no Estado do Pará famosa pela corrida ao ouro nos anos 80. E assim, muitas escavações foram feitas por diversos policiais nos fundos das casas dos traficantes ou locais estratégicos no intuito de se achar o “ouro”, ou tesouro escondido.

Como uma bola de neve, outras tantas podridões de crimes diversos e desvios de condutas foram emergindo do passado e do presente e crescendo para piorar ainda mais a participação de muitos dos investigados. Voltaram a aflorar a questão das máquinas caça-níqueis, das milícias, dos ágios e taxas indevidas cobradas a moradores e comerciantes, da desova de corpos, enfim, da corrupção generalizada que campeia forte entre os travestidos de policia com os criminosos em geral.

No íntimo, na vergonha ultrajada, sinto a real comprovação de que o travestido de polícia está na força pública para extorquir, roubar, matar, prevaricar e sempre se proteger atrás do seu distintivo, fazendo dos bons o seu escudo e dividindo com os honestos as críticas pelos seus atos insanos.

A ação da Guilhotina da Policia Federal ficará marcada para sempre nos anais da história policial brasileira, como das principais operações e investigações visando o corte da própria carne já realizada, por isso não posso deixar de expressar o meu contentamento, parabenizando a todos pelo sucesso da investigação e o meu místico de tristeza em ver mais uma vez a Polícia sendo achincalhada aos quatro cantos do Brasil por conta das ações indignas e insanas dos travestidos de Policia, que um dia serão riscados de vez do nosso meio.

Da Cova da Moura para o Iraque...


GOE - PSP Foi a primeira força de operações especiais no âmbito da segurança interna. É composta por entre 60 e 80 homens.

A equipa entra de rompante no interior da habitação, gritos e armas apontadas intimidam os alvos, em segundos a situação está resolvida. São os GOE da PSP, tão escondidos de olhares indiscretos, mas seguramente os elementos de operações especiais mais conhecidos pelo grande público, mercê das rusgas constantes em que são chamados a intervir e por via de a PSP deter a competência territorial sobre os grandes centros urbanos, ainda mais reforçada na sequência da reestruturação do dispositivo das forças de segurança. "Estamos preparados para intervir em situações de alta violência", sustenta o subintendente Ribeiro, comandante do GOE, a unidade que está integrada na Unidade Especial de Polícia. A força é normalmente chamada a intervir em acções em apoio de uma força policial de investigação, da PSP ou da PJ, ou para dominar indivíduos de alta perigosidade. E para entrar nas casas não há como a "chave universal", como os homens do GOE designam na gíria o ariete, um cilindro metálico maciço com duas pegas nas pontas. "Não há porta que resista, a 'chave universal' abre tudo", dizem, entre gracejos, os agentes do GOE, após mais um dos inúmeros exercícios que regularmente executam. Os bairros mais perigosos de todo o país, como a Cova da Moura, são deles bem conhecidos, em acções que normalmente envolvem alto risco e perigosidade, mas a investigação criminal, ao contrário do que já acontece no GIOE da GNR, está-lhes vedada, se bem que as equipas de vigilância executem trabalho de reconhecimento. "Sim, é uma das nossas funções", admite o subintendente Ribeiro. No entanto, a sua actividade não se resume ao território nacional e têm sido com frequência recrutados para a protecção das instalações diplomáticas portuguesas no estrangeiro. "Estivemos, por exemplo, no Iraque, foi um trabalho bem duro", aponta um agente, sem adiantar mais pormenores, se bem que seja conhecido o permanente ambiente de tensão em que estes homens viviam, praticamente limitados durante meses ao espaço físico da embaixada. As saídas eram apenas aquelas que eram permitidas e previstas no âmbito da escolta e protecção dos diplomatas. Hoje, essa missão de escolta e protecção no exterior começou também a ser desempenhada pelo Corpo de Segurança Pessoal, mas em situação mais áspera aí está o GOE.

Manual do GATE...


G.A.T.E


O G.A.T.E é uma unidade especial subordinada á polícia militar, atua em situações de alto risco e tem o dever dê:

* Fazer Operações na cidade de San Fierro para devolver a tranquilidade para cidade


* Atuar em protesto ou manifestações para garantir a paz e o direito de ir e vir da população

* Dar apoio a qualquer unidade policial que precise de reforço

* Proteger o prefeito e todos os membros da prefeitura quando houver ameaça

Saudação Militar

No G.A.T.E a continência é fundamental para prestar o seu respeito e admiração ao seu superior. Os procedimentos são bem simples o qual irei explicar abaixo:
Comportamento em FORMAÇÃO:
Quando o superior convocar os membros do GATE todos deverão ir do lado do caveirão e ficar um do lado do outro de /animgangs 18 o superior falará "Saudação" todos digitaram /animgangs 3 e em seguida /eu presto continência ( o policial militar nunca BATE e sim presta continência, nunca prestem continência com armas na mão).
Comportamento ao ver um superior:
Sempre ao avistar um superior os membros do GATE devem digitar /animgangs 3 e /eu presto continência;

Para mais informações sobre a continência militar olhem esse tópico contando a história e função:

pmsf.webnode.pt/codigo%20de%20tr%C3%A2nsito/curiosidades/

Desvio de conduta

Um membro do G.A.T.E deve ser o orgulho de todo departamento, por isso, não deve em qualquer circustância ser pego brigando com outro membro no /r e tampouco no /d se caso acontecer o membro será transferido para outra unidade da polícia militar se ninguém aceitar este será demitido.

Se por acaso um membro de outro departamento tentar alvejá-lo SEMPRE o membro do GATE deve ter provas antes de revidar e se caso for ofendido o membro do G.A.T.E nunca deve ofendê-lo o correto a fazer é tirar “SS/filmar” e mandar para o líder do indivíduo.

Se for pego por uma denúncia grave será rebaixado e transferido para outra unidade se e somente se o comandante da polícia militar aceitar.

Portanto, nunca um membro desta unidade pode cometer qualquer desvio de conduta, se for pego em corrupção será banido para sempre da polícia militar.

Requisitos para fazer o Curso de Ações Táticas e ingressar no GATE

* Ser no mínimo sargento da polícia militar de San Fiero

* Ter uma boa disciplina e não ter tido problemas em outras unidades

* Ser bom em combate corpo a corpo

* Ter todos os cursos básicos oferecidos pela PMSF

* Ter atuado no mínimo duas semanas em Operações em territórios

* Ter habilidade para pilotar o águia e conduzir os blindados da PMSF


CAT (Curso de ações táticas)

* Aperfeiçoamento no combate corpo a corpo

* Curso de aperfeiçoamente condução de blindados

*Curso de perseguição de criminosos pela água

*Curso de pilotagem e saltos de helicóptero

*Curso de disparos á distância

* Curso de perseguição á procurados.

Veículos desta unidade:

Àguia

é usado para da apoio, saltos de para-quedas e saltos rápidos.
Todos os membros do GATE que tiverem o curso podem usá-lo de apoio em uma operação ou patrulhamento.
OBS: em apoios procure ir em duplas para o passageiro informar tudo pelo rádio

1º Blindado (FBI TRUCK)

Este blindado é usado em operação e está liberado para perseguições de procurados, mas em apoio a uma viatura.

Obs: Use sempre em duplas em apoio


2º Blindado (Tanque do G.A.T.E)

Este blindado é usado APENAS em manifestações ou protestos que não são pacificos, use para conter a população descontrolada.

3° Blindado (Caveirão)

Este veículo é usado apenas em Operações na retomada de territórios e sua principal função é transportar os policias até um local onde possam desembarcar em segurança para o combate.

Ranger

Usado para perseguição em terreno de difícil acesso e apoio as outras unidades.

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Farda desta unidade

Observações:

*Membros dessa unidade deve sempre dar o devido apoio as outras unidades, gostando ou não dela. Nunca confunda trabalho com problemas pessoais.
*Sempre sair da base no mínimo em dupla para não ter problemas com assaltos/ sequestros no caminho.
*Brincadeira em serviço não será tolerado
*Membros que forem rebaixados por denúncias graves não voltarão para O GATE
*Qualquer sugestão ou crítica procure o comandante desta unidade.

Comandante do G.A.T.E: TEN EDD SADDLER

1º Sub-Comandante:

2º Sub-Comandante:

3º Sub-Comandante:

1º Agente: TEN Viniziin Situação: Recruta [Em Treinamento]

2º Agente: SGT Matheus GT3 Situação: Recruta [Em Treinamento]

3º Agente: SGT ANGELO DB Situação: Recruta [Em Treinamento]

4º Agente: Situação:

5º Agente: Situação:

1º Sargento (SGT) Capitão (CAP) 1º Tenente (TEN)



Atribuição dos sub-comandantes:

Os sub-comandantes que serão no mínimo tenentes terão a responsabilidade de Realizar os Cursos de Ações Táticas sempre que o comandante desta unidade ordenar, dentre outras tarefas que estes farão.

Comandos...


Definição: Um comando é um soldado que constitui uma unidade de operações especiais e é treinado para operações atrás das linhas inimigas . Os comandos são treinados de forma específica para as situações de alta segurança como pára-quedistas , no ar e anfíbios .

História

Os comandos atualmente têm seus protótipos nas pequenas unidades especiais da Sul-Africano Boers, que foram usadas em emboscadas e ataques contra as tribos Africano e, posteriormente contra as tropas britânicas na Guerra dos Bôeres. O nome "Command" é porque eles eram comandados por soldados escolhidos por voto.

Eles também se baseiam as suas tácticas e modo de funcionamento durante os ataques em território árabe pelo Tenente Thomas E. Lawrence durante a Primeira Guerra Mundial. Durante a Segunda Guerra Mundial, britânicos e americanos de pequenos grupos de soldados treinados para missões atrás das linhas inimigas como o SAS da primeira e os Rangers do último.

Era Winston Churchill, que aplicou este termo durante a Segunda Guerra Mundial. tropas treinadas estavam servindo em ataques de sabotagem, reconhecimento e mão de destruir alvos inimigos. Nos Estados Unidos Exército foram chamados Delta Force. Foi depois desse conflito, quando as operações de comando começaram a proliferar através, entre outras circunstâncias, novas técnicas de Os Infiltrados. Assim, os saltos HALO / ou scuba diving HAHO, especialmente as equipes silenciosa permitiram contrário infiltrado deve ser feito a pé ou mal sucedida.

No mundo antigo e moderno pode ser encontrada caso a comandar as operações, como Roman Urinator ou tenta retomar Gibraltar. Já no século XX, os grupos de primeira ordem (ainda que não recebeu esse nome) foi organizada por Trotsky no Exército Vermelho como uma forma de superar a falta de disciplina observada pelos guerrilheiros na guerra de guerrilha. Por seu lado Manuel Leguineche beneficiar muitas das operações realizadas pelo Rif contra os espanhóis na Guerra de Marrocos como "aquilo que hoje chamamos de operações de comandos."

Nas últimas décadas do século XX e prazo vigésimo primeiro cedo começou a perder força a ser substituído por Operações Especiais.



Uniforme

Geralmente essas unidades ou Comando das Forças Especiais do resto das unidades regulares são algumas diferenças em seus uniformes. Por exemplo, no caso dos comandos britânicos, eles usam uma boina verde (como o U. S. Forças Especiais e Rangers da Gendarmeria Nacional Argentina) membros SAS usar um caqui. unidades de pára-quedistas, ambos britânicos e americanos usam uma boina vermelha. No caso do Chile, as Forças Especiais do Exército, Marinha e Força Aérea usar boina preta. No Equador, todos os soldados do Exército estão no pára-quedistas da ativa e da boina vermelha tem asa paraidista, e usado somente em unidades das Forças Especiais, os soldados carregam o tempo todo COMANDOS sua boina vermelha, com a diferença que indica que a classe, e usam botas com calças cáqui desinformados pixelizada. Os soldados da Força Aérea boina azul com a Marinha (Armada) usam boina desinformados pixel preto. No Peru, o comando do exército usam a boina preta e carregando o emblema nacional sobre ele em um fundo amarelo, enquanto os anfíbios do exército sobre um fundo azul estão honrando a cor característica de engenheiros de combate. No México, as Forças Especiais, eles usam uniforme preto, muito parecido com os soldados de linha.









Armas


Muitas unidades têm algum tipo de arma que identifica, geralmente uma faca de combate. No caso de unidades de operações especiais britânicas, a sua arma distintivo é a adaga "Fairbain & Sikes, fabricado durante a 2 Guerra Mundial. Para o Rangers é a faca "Bowie" e USMCMPCK (U. S. Marinha Combat Knife Multipourpose) para os fuzileiros e forças especiais.

No caso dos Gurkhas, sua arma é o distintivo Kukri, uma faca criado para realizar o abate ritual (decapitação do gado), e muito útil para o combate devido à sua forma curva e sangria.

Para os japoneses, a sua característica distintiva é o muito. O katana é a marca dos oficiais das unidades regulares e só é usada em cerimônias.

Forças Especiais do Chile usou a faca curva, que tem dois modos: o bico curvo de um condor, que tem uma curvatura na ponta de cerca de 90 graus, eo Atacama torto, uma inclinação pouco menos do que a anterior. Ambas as facas não foram concebidos para o combate, mas que foram introduzidos pelos habitantes locais recrutados para a guerra contra a confederação Peru-Bolívia e da guerra no Pacífico. Nestas duas guerras foi plenamente demonstrado o valor da faca curva e combater, especialmente para o tipo de lesão que ele causa. Por este motivo, foi incluída como uma faca de regulamentação de ambas as unidades regulares (curva Atacama) e para unidades de forças especiais (condor pico curvo) a partir da década de 60.












Missões


Como regra geral, e porque o número de componentes, operações de comando não busca o confronto direto, muito menos frequência, com o inimigo. Tendem a buscar objetivos que são pequenos, mas de grande impacto para comuniciaciones, linhas de fornecimento ou a moral do inimigo. Entre os tipos de missões atribuídas a estes grupos incluem:

* Sabotage: desativação ou destruição de ferrovias ou transporte (por causa de sua grande importância para a logística e pela dificuldade de acompanhamento), instalações de produção, de telecomunicações ...

* Inteligência: fotografia detalhada, iluminação de alvos para bombardeio, entre em contato Infiltrados ou guerrilheiros.

* Remoção de pessoas como oficiais, guardas ...

* Ataque unidades inimigas de pequeno porte.











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