domingo, 15 de maio de 2011

Caminho da Realização I...


Qual o seu sonho? sim qual o seu sonho?.
Muitas pessoas em suas trajetórias de vida tiveram que esquecer alguns sonhos, outros vieram tomaram o lugar.........mas aquele, o especial, o que dói o coração lembrar ou o que faz teu coração bater mesmo anos e anos depois... escaparam pelas mãos... as vezes foi a falta de dedicação ao máximo ou a mudança das regras do jogo.
Algumas pessoas esquecem que para realizar um sonho é necessário trabalho duro, dar o máximo de si, mas no mundo imediatista do querer tudo o mais rápido possível transformou as pessoas em inescrupulosas, sempre procurando atalhos escuros para poder ter o que almejam, como se tudo caísse do céu ou pudessem usar as pessoas para poder amar as coisas. Ledo engano......
O que falta para teu sonho se realizar? Um bom salário? madrugadas de estudo? dedicação máxima? Nunca deixe de tentar!
Se dessemos o máximo de nós em tudo quanto fizéssemos seriamos ao menos pessoas mais felizes pois se mesmo assim ainda não desse certo não viveríamos no" e Se.." mas no 'Eu tentei" Porque mais vale o aprendizado da derrota que a inestimável perda de não saber o que poderia ter sido.
Te faltam forças? tome um multivitaminico. Te falta estimulo? uma boa xicara de café resolve seu problema, se o problema for dinheiro trabalhar meio período ou garimpar uma bolsa de estudo não faz mal a ninguém mas se te faltam esperanças busca em Deus, ele nos ouve sempre....

Os dez terroristas mais procurados do mundo - Internacional...


Obs: Os em preto e Branco ja foram pegos ou mortos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Oxi: a nova droga na fronteira amazônica...


Se não bastasse o efeito devastador do uso do crack, que tem se espalhado pelas regiões sul e sudeste do Brasil, uma nova droga foi descoberta recentemente no estado do Acre, fronteira com a Bolívia. Possivelmente uma das mais potentes e perigosas drogas conhecidas, o oxi ou oxidado, como é conhecido pelos seus usuários, é uma variante do crack. A diferença é que, na elaboração, ao invés de se acrescentar bicarbonato e amoníaco ao cloridatro de cocaína, como é o caso do crack, adiciona-se querosene e cal virgem para obter o oxi. “A gente tinha idéia de que havia essa droga, mas nenhuma estudo científico comprovava”, conta Álvaro Ramos, presidente da ONG Rede Acreana de Redução de Danos – Reard.


Mapa: GuiaNet
Durante 2003 e 2004, a Reard pesquisou 75 casos de usuários de drogas provenientes do refugo – ou resto – da produção de cocaína boliviana. O foco do estudo, em princípio, era acompanhar o uso de mescla oumerla, droga amplamente usada nas cidades acreanas, e a vulnerabilidade dos usuários à Aids e demais doenças sexualmente transmissíveis. A mescla é uma espécie de “tia” mais rudimentar do crack, produzida a partir do refugo da cocaína, mais alguns produtos químicos como cal, querosene, acetona, solução de bateria elétrica etc. “Depende do traficante e de que produtos ele tem à mão”, diz Álvaro Mendes.
O projeto, financiado pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA, acabou se deparando com uma dura realidade: nas cidades fronteiriças, o oxi substituiu a mescla, com efeitos muito mais nocivos.

As cidades do oxi
Brasiléia e Epitaciolândia são cidades conhecidas de qualquer um que estude o tráfico de cocaína vindo da Bolívia para o Brasil. Cidades pobres, cercadas de periferias principalmente às margens dos rios, onde os habitantes moram em casas de madeiras sobre palafitas, elas ficam à distância de um leito d´água da cidade de Cobija, ao norte do país andino. A rota mais comum usada para a produção de cocaína, oxi e mescla, segundo os entrevistados da Reard, é a partir do Peru para a Bolívia pelo lado brasileiro, onde a estrada é melhor, para na amazônia boliviana ser transformada em cocaína, crack e mescla. Depois, ela volta ao Brasil. “O rio que separa os dois países é alagadiço, enche quando é período de chuvas e quando não chove fica raso, dá para atravessar andando. Isso facilita muito o tráfico”, explica Álvaro Augusto Andrade Mendes.
Foi nessas duas cidades fronteiriças que a equipe da ONGrealizou sua pesquisa, acompanhando viciados em oxi. Não sem dificuldade: “Os usuários costumam se esconder, tivemos que procurar muito, e ganhar a confiança deles”, conta Rodrigo Correia, um dos pesquisadores que a campo realizar o trabalho. E viu a realidade dos bairros onde a droga se alastra. “Bairros bem desprovidos, as pessoas eram bem pobres mesmo. As casas eram de madeira, a maioria na beira dos rios, sem saneamento básico, sem água, sem as mínimas condições de higiene. Eu entrevistei pessoas de 18 a 35 anos, que já usavam ooxi há algum tempo. Todos, sem exceção, estavam desempregados”. Ou então trabalhavam em bicos, o que pode trazer uma renda de até 2 salários mínimos (600 reais). Dentre os entrevistados, 62,5% tinham filhos, mas só 20% viviam com a família.
Vendido em pedras –que podem ser mais amareladas ou mais brancas, dependendo da quantidade de querosene ou cal virgem, respectivamente– o grande apelo do oxi é justamente o seu preço: enquanto a mescla custa de 5 a 10 reais uma trouxinha que serve 3 cigarros, o oxi é vendido de 2 a 5 reais por 5 pedras. “É uma droga popular, inegavelmente, mas dependendo do período o preço aumenta: se é época de chuva, se a polícia intensifica mais a vigilância”, explica Álvaro. Além dos problemas sociais que claramente empurram esses jovens para o uso da droga, a proximidade com o comércio ilegal também abre as portas. Segundo Rodrigo Correia, muitos dos seus entrevistados trabalhavam ou haviam trabalhado como “mulas”, atravessando a fronteira portando a droga, ou vendedores. “Muitos deles sofrem a influência de amigos que consomem ou estão envolvidos com o tráfico. Mas a maior questão do oxi é que ela é uma droga mais rápida, causa um efeito mais forte, e é a única coisa que vem para eles, eles não têm opção”.
“Fissura”
Essa falta de opção não poderia ser mais fatal. Altamente aditiva, a pedra é consumida em latinhas com furos, como o crack, o que torna a fumaça mais pura e o efeito ainda mais forte. Mas há casos, também, de consumo de oxi, triturado, em cigarros, misturado à maconha ou ao tabaco, e em pó, aspirado. Seja da maneira que for, o consumo é sempre acompanhado de bebida –cachaça, cerveja, ou coisa pior. “Muitos usam junto com álcool, não o álcool de beber, mas o álcool de tampinha azul, como eles chamam, que eles misturam com suco de groselha”. O “álcool da tampinha azul” nada mais é que álcool etílico, desinfetante usado na limpeza de casas.
O uso do álcool é quase indispensável, segundo apuraram os pesquisadores da Reard, por causa de uma característica do oxi, a chamada “fissura”. Rodrigo explica o que ouviu dos seus entrevistados: “No começo eles sentem uma sensação de euforia, de ânimo. Depois vem o medo, a mania de perseguição, a paranóia”. A droga só dá “barato” no momento em que está sendo consumida, e cada pedra dura cerca de 15 minutos. Para perpetuar o barato, o álcool serve de alívio entre uma pipada e outra, num ritual que se alonga por mais de 6 horas, geralmente à noite.
Para conseguir mais droga e calar a “fissura”, é comum que os usuários se entregarem a pequenos roubos e à prostituição, o que os torna mais vulneráveis à AIDS e demais doenças sexualmente transmissíveis, ainda mais porque, sem atenção do poder público, o conhecimento sobre sexo seguro é muito pouco entre essa população. “A gente viu na pesquisa que tanto o início do uso da droga quanto início da vida sexual acontece dos 9 aos 14 anos de idade, um dado que alarmou a gente”, conta Álvaro Mendes.
Espectros
Extremamente nocivo ao organismo, o uso do oxi perturba o sistema nervoso central e leva à “paranóia”, ao medo constante. Mas vai além disso: “Eles ficam nervosos, há emagrecimento rápido, ficam com cor amarelada, têm problemas de fígado, dores estomacais, dores de cabeça, náuseas, vômitos, diarréia constante”, conta Álvaro. Trabalhando há mais de 5 anos com redução de danos, ele conta que jamais se chocou tanto quanto ao presenciar o consumo de oxi: “Quando parava de pipar a pedrinha, tragando a fumaça pela boca, ele caía vomitando e defecando, e ficava tendo barato no meio do vômito e das fezes, até se levantar para consumir de novo”. Outro dado alarmante, dessa vez em termos numéricos: cerca 30% dos que foram entrevistados pela equipe daONG morreram no período de um ano – a grande maioria por efeito da droga, embora alguns também tenham sido mortos por participarem de roubos ou tráfico.
Outro motivo que leva ao adoecimento e até à morte é a própria “paranóia”, que os faz evitar procurar ajuda. Rodrigo conta que o chocou o caso de um jovem de 18 anos que tinha pavor de ir ao hospital e se negava a ser medicado, embora tivesse um ferimento exposto. “Toda vez que ele entrava num hospital, se não segurassem, ele fugia. Ele mesmo se medicava. A gente via que ele estava se acabando mesmo. Magro, com aspecto físico terrível, a questão da higiene pessoal não existia mais, parecia um espectro. Aliás, essa é uma maneira de conhecer quem usa a droga há muito tempo, se olhar com cuidado: parece um espectro”.
Usuários “marcados”
Mas o que deveria gerar preocupação e mais cuidado do poder público acaba gerando, pelo contrário, asco e repulsa. Segundo relatam os profissionais que estudaram os efeitos das droga, o preconceito ainda é muito grande. Álvaro conta que muitos agentes de saúde nem mesmo se aproximam dos usuários. “Em uma intervenção que a gente fez, tentado uma aproximação dos agentes de saúde com os usuários, isso ficou muito claro: a gente ficou no meio da rua, de um lado os usuários e do outro os agentes de saúde”. Ele diz também que, por serem as localidades estudadas em cidades do interior, os usuários ficam “marcados”, muitas vezes pelos próprios agentes, que “espalham para a cidade inteira” seu vício.
A polícia não age de maneira diferente. O relatório deixa bem claro que, nas cidades fronteiriças, os usuários são muito mais perseguidos e sofrem uma repressão muito maior do que na capital do Acre, Rio Branco. “Em alguns lugares eles não podiam permanecer na rua até certa hora porque a polícia dava toque de recolher. Chegavam e os mandavam embora. Se não fossem, eram presos, o que é um absurdo, porque não se pode impedir ninguém de ficar numa via pública”, denuncia Rodrigo. A equipe relatou a situação às autoridades da cidade de Epitaciolândia, que se prontificaram a dizer que resolveriam a situação, pois apenas alguns membros da força policial tinham esse “hábito”.
“Um compromisso do poder”
Para lidar com uma droga tão danosa, o trabalho de redução de danos é mais que necessário. Mesmo assim, o que o pessoal da Reard encontrou foi um absoluto descaso das autoridades. “Tem que estabelecer um vínculo com eles, conversar sobre os danos que causa esse tipo de droga e os cuidados que eles devem ter quando consomem”, diz Álvaro. Algumas medidas simples, como cuidar da água que consomem, tomar vitamina C, não consumir álcool “de tampinha azul” e cuidar do local onde usam a droga seriam muito positivas e, em alguns casos, poderiam até evitar a “falência total”. Com esse intuito, a Reard tem se reunido com gestores estaduais para elaborar uma política pública específica para os usuários do oxi. Mas, para Álvaro, “falta um compromisso do poder, principalmente o estadual, porque geralmente se a demanda vem de cima para baixo eles aceitam, mas se vem de ONGs não é muito aceita”.
No próximo dia 24, a Reard vai se reunir com gestores do estado do Acre, representantes do Ministério da Saúde e gestores se saúde do Peru e da Bolívia. E, para dar continuidade ao trabalho, no próximo semestre a ONG vai encabeçar uma pesquisa específica com os usuários de oxi. “Há muita coisa que a gente ainda não sabe, como qual é a causa biológica das mortes pelo oxi e que outras substâncias são usadas no preparo”, diz Álvaro Mendes.





Policia Federal no Acre apreende 12 kg da matéria prima do “oxi”:


A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Policia Federal no Estado do Acre apreendeu nesta tarde, desta quinta-feira, 12, aproximadamente 12 kg de cocaína na forma de base livre.
Tal substância constitui-se na matéria prima para produção da droga conhecida nacionalmente por “OXI”. Informações do grupo de inteligência demonstram que a substância estava sendo transportada para o Estado do Espírito Santo, onde possivelmente seria manipulada e transformada no oxidado de cocaína.
A apreensão decorreu de uma barreira de rotina realizada na BR 364 e a droga foi localizada escondida na lataria do veículo.
Os policiais federais utilizaram-se do novo aparelho de raio-x para localizar a substância entorpecente ocultada no interior do automóvel.
Foi preso em flagrante um indivíduo, além de ser apreendido o carro com a droga e dinheiro.


Fonte: http://www.ecosdanoticia.com.br

Informação aos Alunos do Ensino Médio: A saúde do Moço...


Nosso Diretor Professor Francisco Souza (Moço) está passando por um problema de saúde. Moço está em Rio Branco hospitalizado e nossa esperança é de que ele se recupere o mais breve possível. Estamos orando pela sua recuperação e que ele volte logo ao convívio de todos nós.

Francisco tem dedicado grande parte de sua vida à Escola Djalma Batista. Nossa comunidade escolar sente muito sua falta e espera sua volta em breve.


Policia Militar recebe equipamentos do Ministério da Justiça...

Aconteceu na manhã de ontem, 12 de maio , em frente ao Quartel da Polícia Militar, evento que marcou a entrega de equipamentos para PMAC e Policia Civil.

Assessoria de imprensa da PMAC

Entre os materiais estavam armamentos menos que letais (que são armamentos utilizados para imobilizar possíveis agressores sem ocasionar mortes), 75 pistolas Taser e 32 microcomputadores. Os equipamentos foram adquiridos através de recursos financiados pelo Ministério da Justiça e Operação de Crédito firmado com o BNDES, os equipamentos serão distribuídos para capital e interior do Estado, cerca de 50 pistolas Taser, e todos os 32 computadores serão entregues a Policia Militar e atenderão a todos os batalhões.
Esses equipamentos foram entregues com o intuito de proporcionar ao profissional de segurança pública (policia militar e policia civil) maior segurança no exercício da atividade de prevenção e repressão ao crime, bem como possibilitar a observância dos princípios internacionais de direitos humanos quanto à preservação da vida.


FOTOS:
















































O que faz o policial federal? Veja a atribuição dos cargos e funções da Polícia Federal...





Quem faz o quê na Polícia Federal? O que faz um Agente da Polícia Federal? Quais as atribuições de um Escrivão da Polícia Federal? Ou quais as funções do Delegado da Polícia Federal, do Papilocopista, do Perito Criminal, etc. São dúvidas muito comuns dos candidatos às vagas oferecidas nos concursos das Polícia Federal.
Para o alento dos amigos concurseiros, trago um trecho do edital do últimoconcurso da Polícia Federal, que trazem os requisitos, as atribuições e a carga horária de cada cargo.
Delegado de Polícia Federal
- Requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior de bacharel em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
- Atribuições: executar atividades de nível superior, principalmente de direção, de supervisão, de coordenação, de planejamento, de orientação, de execução e de controle da administração policial federal, bem como das investigações e operações policiais, além de instaurar e presidir procedimentos policiais.
- Carga Horária: quarenta horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.
Agente de Polícia Federal
- Requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior (em qualquer área), fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
- Atribuições: executar investigações e operações policiais na prevenção e na repressão a ilícitos penais, bem como desempenhar outras atividades de interesse do Órgão.
- Carga Horária: quarenta horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.
Escrivão de Polícia Federal
- Requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
- Atribuições: dar cumprimento às formalidades processuais, lavrar termos, autos e mandados, observando os prazos necessários ao preparo, à ultimação e à remessa de procedimentos policiais de investigação, bem como desempenhar outras atividades de interesse do Órgão.
- Carga Horária: quarenta horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.
Perito Criminal Federal
- Requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior na área específica de atividade, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
- Atribuições: executar atividades técnico-científicas de nível superior de descobertas, de defesa, de recolhimento e de exame de vestígios em procedimentos pré-processuais e judiciários.
- Carga Horária: quarenta horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.
Papiloscopista Policial Federal
- Requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
- Atribuições: executar, orientar, supervisionar e fiscalizar os trabalhos papiloscópicos de coleta, análise, classificação, subclassificação, pesquisa, arquivamento e perícias, bem como assistir à autoridade policial e desenvolver estudos na área de papiloscopia.
- Carga Horária: quarenta horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.

Finalmente:


Obrigado pessoal, por visitarem o blog. Agradeço Muito.
Voltem Sempre!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Charge do dia:

Direito..


Bacharelado



É a ciência que cuida da aplicação das normas jurídicas vigentes em um país, para organizar as relações entre indivíduos e grupos na sociedade. Zelar pela harmonia e pela correção das relações entre os cidadãos, as empresas e o poder público é a função do bacharel em Direito. Para isso, ele analisa as disputas e os conflitos com base no que está estabelecido na Constituição e regulamentado pelas leis, defendendo os interesses do cliente em diversos campos, como penal, civil, previdenciário, trabalhista, tributário e comercial. Resolve litígios que envolvem indivíduos ou empregados e empregadores. Defende o meio ambiente, os direitos das minorias e o patrimônio histórico e cultural. Existem duas carreiras distintas para esse bacharel: ele pode atuar como advogado ou seguir a carreira jurídica, trabalhando como advogado público, juiz, promotor de Justiça ou delegado de polícia. Para ser advogado é preciso passar em exame da OAB. Já o candidato a juiz, promotor ou delegado de polícia tem de prestar concurso público. Para se tornar juiz, além do concurso, é necessário ter dois anos de inscrição na OAB como advogado.

O mercado de trabalho

Desde o primeiro semestre de 2010 tramita no Senado um anteprojeto para elaboração do novo Código de Processo Civil. Ele prevê a criação de instrumentos para reduzir o tempo de tramitação de processos pela Justiça brasileira. Por isso, a demanda no setor público nas esferas federais e estaduais, que já é grande para o egresso do curso de Direito, deve aumentar. Faltam profissionais para trabalhar no Judiciário brasileiro e o número de magistrados ainda é menor que o necessário. Os concursos públicos para bacharéis deve continuar crescendo nos próximos anos. "Mesmo para vagas que exigem nível superior, não necessariamente em Direito, como para auditor ou analista da Receita Federal, os advogados têm boas condições de concorrer, pois já chegam mais bem preparados com o conhecimento de legislação", afirma Yaska Fernanda de Lima Campos, coordenadora do curso de Direito da UFMG. Estão com perspectivas de crescimento ramos mais recentes, como o direito ambiental e da tecnologia da informação. Empresas públicas e privadas, de vários setores, precisam de advogados para adequar suas atividades à legislação ambiental. O uso cada vez maior de recursos de informática valoriza o direito da tecnologia da informação, que lida com questões relacionadas à internet. Além dessas áreas, também têm destaque o direito internacional e o no campo da genética. A procura não parte apenas de escritórios de advocacia ou de grandes companhias com departamento jurídico, mas também de instituições do terceiro setor. No setor empresarial, multinacionais costumam empregar o bacharel para lidar com processos das áreas trabalhista, tributária, cível e empresarial, bem como os especialistas em direito internacional. Os escritórios de direito, por sua vez, abrem vagas para advogados e estagiários. Na carreira pública, na qual o graduado ingressa por meio de concurso para ser juiz, promotor, procurador ou delegado de polícia, um nicho em alta é a defensoria pública, voltada ao atendimento da população carente, que não tem recursos para contratar advogado. As parcerias público-privadas (PPP), incentivadas pelo governo, também aquecem o mercado para o advogado especialista em contratos públicos, admitido para trabalhar em prefeituras, governos estaduais e órgãos públicos de todo o Brasil. 

Salário inicial: R$ 1.749,49 (até um ano de inscrição na OAB; fonte: Sindicato das Sociedades de Advogados dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro).

O curso

Foco na teoriaO curso da graduação é generalista e enfatiza as ciências humanas. Os três primeiros anos são essencialmente teóricos, com aulas de português, sociologia, teoria do estado e economia, além de matérias específicas do Direito: civil, constitucional, penal, comercial e medicina legal. Nos trabalhos práticos, o aluno atua como juiz ou advogado em simulações de julgamentos. Em geral, a carreira e a especialização a ser obtida numa pós-graduação começam a ser definidas no quinto ano, na escolha das disciplinas de formação específica. São obrigatórios o estágio e uma monografia para obter o diploma. 

Duração média: cinco anos. 

Outros nomes: Ciên. Jurídicas e Soc.; Direito (ciên. jurídicas); Direito Intern.

O que você pode fazer

Há duas grandes carreiras: Advocacia e Carreira Jurídica. Cada uma oferece várias áreas de especialização e atuação:

ADVOCACIA

Representar empresas, instituições ou indivíduos e defender seus interesses e direitos nas seguintes áreas:

Arbitragem internacional

Resolver disputas comerciais, fiscais e aduaneiras entre países ou empresas e instituições de diversas nacionalidades.

Direito civil

Representar interesses individuais e particulares em ações referentes a propriedade e posse de bens, questões familiares, como divórcios e heranças, ou transações de locação, compra e venda. Pode especializar-se em: direito das pessoas, dos bens, dos fatos jurídicos, de família, das coisas, das obrigações e das sucessões.

Direito administrativo

Aplicar a legislação que regulamenta os órgãos e poderes públicos em sua relação com a sociedade.

Direito ambiental

Trabalhar em ONGs e empresas, lidando com questões que envolvam a relação do homem com o meio ambiente, como a deterioração da natureza provocada pelas atividades de uma indústria.

Direito comercial

Intermediar as relações jurídicas no comércio. Aplicar as legislações federal, estaduais e municipais na abertura, no funcionamento e no encerramento de estabelecimentos comerciais.

Direito da tecnologia da informação

Analisar as questões jurídicas ligadas ao uso da informática e às relações entre usuários, agentes e fornecedores, como provedores de internet, empresas de softwares, bancos e lojas virtuais, entre outros.

Direito do consumidor

Aplicar as normas que concedem aos cidadãos direitos perante fornecedores de bens e serviços.

Direito contratual

Representar pessoas físicas ou jurídicas na elaboração e na assinatura de contratos de compra e venda de bens ou serviços.

Direito de propriedade intelectual

Preservar e defender os direitos de autores sobre sua obra e protegê-los de roubos e falsificações.

Direito penal ou criminal

Preparar e apresentar a defesa ou acusação em ações referentes a crimes ou contravenções contra pessoas físicas ou jurídicas.

Direito trabalhista e previdenciário

Representar pessoas ou empresas em disputas entre empregado e empregador, questões sindicais ou de previdência social.

Direito tributário

Cuidar de princípios e normas relativos à arrecadação de impostos e taxas, obrigações tributárias e atribuições dos órgãos fiscalizadores.

CARREIRA JURÍDICA

Atuar em órgãos públicos de um município, de um estado ou da União, conduzindo investigações ou acompanhando e fazendo a intermediação do julgamento de ações ou processos. São quatro as áreas desta carreira:

Advocacia pública

Defender cidadãos que não podem pagar processos judiciais. Atuar como procurador municipal, estadual ou da União, representando seus interesses, zelando pela legalidade dos atos do Poder Executivo em ações como licitações e concorrências públicas.

Delegacia de polícia

Elaborar inquéritos policiais, chefiar investigações e emitir documentos públicos.

Magistratura

Julgar processos e expedir mandados de prisão, de busca ou apreensão. O juiz federal julga causas de interesse da União que envolvam tributos federais e previdência social. O juiz da justiça comum decide conflitos entre pessoas físicas, jurídicas e o poder público que não digam respeito à União, como questões de família e de tributos estaduais e municipais.

Ministério público

Defender os interesses da sociedade perante o juiz, promover ações penais, apurar responsabilidades e fiscalizar o cumprimento das leis. O promotor de Justiça representa os interesses dos portadores de deficiência e dos ausentes. Tutela direitos da criança, do adolescente e da família e ocupa-se das causas sociais, como defesa do ambiente, dos direitos do consumidor e do patrimônio cultural e histórico. Como procurador da Justiça, o bacharel exerce essas mesmas funções, só que em tribunais.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Curso do Bope fica ainda mais duro para combater terrorismo...

Treinamento dos futuros ‘caveiras’ passa a ter mais dois meses de olho na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016
POR VANIA CUNHA

Rio - Considerado o melhor e mais rigoroso treinamento para policiais do País, o Curso de Operações Especiais (COEsp) do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM ficou ainda mais completo este ano. A turma que se formará dentro de seis meses será a primeira a receber instruções para atuar na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, e nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Nesta 18ª edição do COEsp, as atividades dos recrutas vão desde o condicionamento físico até estudos sobre a origem e história de grupos terroristas.

Marca do Curso de Operações Especiais, o treinamento pesado para os candidatos ao Bope ficou ainda mais rigoroso: aulas práticas e teóricas passaram de quatro para seis meses | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Nas semana passada, O DIA acompanhou a preparação dos futuros ‘caveiras’, no campo de treinamento de Ribeirão das Lajes, em Paracambi. Foi a primeira vez que uma equipe de reportagem teve acesso aos bastidores do treinamento do Bope.
Teoria e prática
Dentro de duas semanas, os alunos que venceram o rigoroso processo seletivo — até agora sobraram apenas 17 dos 194 inscritos — deverão seguir para Casemiro de Abreu, na Baixada Litorânea. Lá, passarão pela segunda fase das instruções, com rapel, montanhismo e atividades físicas.



Em seguida, de volta à sede, em Laranjeiras, as lições práticas vão dividir tempo com aulas de História e Geopolítica. A ideia é entender as aspirações políticas dos grupos terroristas, suas maneiras de agir e como identificar seus integrantes e instrumentos de ataque.
“As competições esportivas são grandes desafios. Só na Olimpíada, a cidade vai receber 200 delegações de todo o mundo, com todas as suas diferenças. O Brasil não tem histórico de terrorismo e temos que aprender para poder combater”, explica o comandante do Bope, tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes.
Até o início dos Jogos Olímpicos, o contingente do Bope deve ser o maior dos 32 anos de existência do batalhão. A previsão é de que o efetivo para fazer a segurança do evento passe de 400 para 800 homens.
A turma do atual COEsp também será a última a treinar na sede da unidade, em Laranjeiras. Até o fim do ano, os caveiras vão se mudar para o Centro de Operações Especiais, nome provisório para a área de 22 mil metros quadrados, em Ramos, onde funcionava o 24º Batalhão de Infantaria Blindada (BIB), do Exército.
A futura casa da tropa de elite será também o maior complexo de instrução e treinamento policial do Brasil, abrigando, mais três unidades operacionais além do Bope.
Procura de todo o Brasil e do exterior
A cada edição, o COEsp recebe inscrições de policiais de vários estados e países. No treinamento atual, representantes do Amazonas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Distrito Federal e Mato Grosso penaram ao lado de colegas de farda do Rio. O Bope também já instruiu policiais dos Estados Unidos, França e Colômbia, entre outros.
O custo para se manter no COEsp é alto. Em média, o aluno investe cerca de R$ 3 mil até o fim do programa, com a compra e reforma de equipamentos, uniformes e alimentação extra. O Bope oferece todas as refeições, mas muitos alunos levam isotônicos e barras de cereais em busca de mais energia.
A excelência das aulas atrai ainda integrantes de órgãos como Polícia Rodoviária Federal, Aeronáutica, Exército e Desipe. “Se imaginarmos que é um carimbo de qualidade que se carrega por toda a vida, o sacrifício é válido. É um orgulho ser reconhecido e respeitado”, afirma Paulo Henrique.


O DIA ONLINE - RIO

CARTA PUBLICADA NO O GLOBO..

Imagem Ilustrativa

Por Gil Cordeiro Dias Ferreira
Que venha o novo referendo pelo desarmamento! VotareiNÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas, que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.

Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:

·       Voto facultativo? SIM!

·       Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!

·       Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!

·       Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso e NÃO por nepotismo? SIM!

·       Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!

·       Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!

·       Fidelidade partidária absoluta? SIM!

·       Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!

·       Ampliação do Ficha-limpa? SIM!

·       Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!

·       Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público? SIM!

·       Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!

·       Redução dos 20.000 funcionários do Congresso metade? SIM!

·       Voto em lista fechada? NÃO!

·       Financiamento público das campanhas? NÃO!

·       Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!

·       Maioridade penal aos 16 anos, se tiver título de eleitor? SIM!

Um BASTA na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM!...